1 – Visto e vacina da febre amarela: o turista brasileiro não precisa de visto para entrar na Tailândia, mas é necessário estar em dia com a vacina contra febre amarela. Assim que tomar a vacina –a validade é de 10 anos–, leve a carteirinha em um dos postos da Anvisa para emitir o Certificado Internacional de Vacinação contra a Febre Amarela.

No aeroporto de Bangcoc, antes de passar na imigração, vá até o Health Control para validar a vacina. Algumas pessoas embarcam sem a vacina e assinam um termo de responsabilidade. Alguns destinos como a Índia, não é possível embarcar sem a vacina.

Por do sol em Aonang

Créditos: Arquivo pessoal

Por do sol em Ao Nang, na província tailandesa de Krabi

2 – Comida tailandesa: A comida é muito boa (apimentada, saborosa, condimentada), para quem não gosta de pimenta é bom perguntar antes se o prato é apimentando. Comer na rua é muito barato –entre R$ 5 a R$ 10, o prato. Nos restaurantes o valor varia entre R$ 15 e R$ 30.

Os pratos são na base de curry, leite de coco, muito arroz, noodles, pimenta, especiarias. A cerveja tailandesa é Singha ou Chang. Nas ilhas, os preços são um pouco mais caros.

3 – Como se locomover: os táxis são baratos em Bangcoc. Mas é bom ficar atento. Os taxistas muitas vezes tentam nos enganar (ou fecha preço antes e paga o dobro ou liga o taxímetro e tem a chance de ser enganado).

Em Koh Samui, é legal alugar uma scooter por 200 baht por dia e conhecer as praias, tem poucos táxis e os que tem são caros. Em Ao Nang e Phi Phi se faz tudo andando. Dica: Para se locomover sem 3G, baixe o aplicativo do Here Maps ou do TripAdvisor. Baixe o mapa da cidade offline, assim você pode usar o GPS.

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4 – Acomodação: você encontra hostel a partir de US$ 10 a diária  por cama. Se você não encontrar muitos hotéis pelo Booking, um site muito usado é o Agoda.

5 – Massagem: uma das melhores coisas da Tailândia é a massagem. Meia hora custa R$15 e uma hora R$ 30. Tem massagem nos pés, costas e pescoço, com óleo e tiger balm e massagem tailandesa.

6 – Temperatura e época para ir: é muito quente -acima dos 30º no inverno. Fomos em dezembro que é o inverno de lá, altíssima temporada. Ilhas completamente cheias e a temperatura estava elevada. A melhor época para ir é entre novembro e fevereiro, o resto do ano chove muito além de ter as monções e temporadas de chuva.

7 – Buda e religião: o país é em sua maior parte budista, as pessoas são muito religiosas e os templos são maravilhosos e imperdíveis.

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Nos templos tem que ir com os ombros cobertos e pernas também. Os estabelecimentos (hotéis, restaurantes, casas) possuem pequeno templo fora para veneração. No Natal e Réveillon tudo funciona normalmente. Tem muito, mas muito buda, porém não pode ser usado como decoração, tatuagem, levar para o Brasil, pois a figura do buda é sagrado. Em muitos lugares como lojas, hotéis e restaurantes é preciso tirar os sapatos para entrar, sinal de respeito e para não trazer impurezas de fora.

8 – Bangcoc: a cidade é uma mega metrópole (com transito, suja, caos), às vezes, estressante. Achei uma cidade segura para andar assim como as ilhas.

9 – Praias e ilhas: as praias são maravilhosas. Recomendo conhecer Railey Beach, Poda Island, Tup Island (todas a partir de Ao Nang), Monkey Beach e Maya Bay onde foi filmado o filme “A Praia” (a partir de Koh Phi Phi) e  Koh tao e Koh Paghnan, onde acontece a famosa Full Moon Party (a partir de Koh Samui).

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Créditos: Arquivo pessoal

Maya Bay, onde foi gravdo o filme “A Praia”

10 – Moeda e lojas: a moeda é em baht, um dólar equivale a 35 baht. Para converter em reais, 100 baht, corta um zero e soma 20%, ou seja, R$ 12. Isso na cotação do dólar U$ 1 – R$4. Não vi muitas lojas de departamentos, shoppings e marcas conhecidas, somente em uma região especifica de Bangkok, Siam Sq.

11 – Os tailandeses: eles sorriem bastante, no geral dá para se comunicar em inglês. Ao agradecer, eles fazem uma pequena reverencia com as mãos em prece.

12 – Turistas: muitos turistas jovens principalmente em Koh Phi Phi e Bangcoc, muitos mochileiros, poucas crianças e idosos. Encontrei mais brasileiros em Koh Phi Phi, no restante a maioria são europeus, americanos e asiáticos.

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13- Organização: todos os passeios, transfers, deslocamentos são muito bem organizados e pontuais.

14 – Voos internos: Air Asia e Nokair tem voos baratos internos na Tailândia.

Um amor chamado Tailândia: massagem todo dia, comida apimentada, praias maravilhosas, calor, buda, natureza e barateza.

Por Priscila Kamoi, do blog Jornada Kamoi. 

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