Viajar e levar o animal de estimação da família está cada vez mais comum. Seja por não ter com quem deixar ou para que a saudade não estrague as férias, muitas pessoas optam por levar seus pets na viagem. Mas para isso é preciso observar algumas regras importantes, especialmente quando o trajeto for feito de avião.

De acordo com as normas da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil), o transporte de animais é cobrado à parte e o dono precisa reservar a passagem de seu bichinho com antecedência, já que muitos voos limitam o número de animais a ser transportados.

Cada companhia tem suas próprias regras quanto ao transporte, mas de modo geral o custo adicional é normalmente calculado com base no peso do animal mais caixa de transporte e no preço cheio da passagem. Também consulte sobre a necessidade de focinheira no aeroporto e durante o voo.

Viajar de avião com bichos de estimação está cada vez mais comum (Crédito: Thinkstock)

Pode viajar na cabine?

É possível levar seu pet na cabine, mas isso vai depender das regras da companhia. Geralmente o que se leva em conta são as dimensões e o peso da caixa de transporte. Mas, caso o seu amigo não possa ficar na cabine, não se preocupe! Os compartimentos de carga são pressurizados e têm a temperatura controlada, proporcionando conforto para os animais.

No entanto, é importante observar que algumas companhias aéreas não transportam animais de focinho curto (braquicefálicos), como o pug e o pitbull. Estas raças não se dão bem com variações grandes de temperatura, podendo ter graves problemas de saúde durante a viagem.

Os animais devem ser transportados em caixas de transportes adequadas para seu tamanho e peso (Crédito: Thinkstock)

Caixa de transporte

Item mais importante na hora de planejar a viagem, a caixa de transporte (que sempre é fornecida pelo cliente), deve cumprir requisitos mínimos de conforto e segurança. As dimensões devem permitir que o animal fique de pé e dê um giro de 360° (volta completa ao redor de si mesmo). O material deve ser rígido, resistente a impactos e a eventuais fugas. Devem ter aberturas de ventilação e o material do piso deve absorver ou conter fezes e urina. Por último, a caixa precisa ter identificação com nome, endereço e telefone do proprietário.

Companhias aéreas costumam cobrar taxa extra para o transporte de animais (Crédito: Thinkstock)

Documentação

Os documentos para garantir a segurança de passageiros e animal devem ser emitidos por médico veterinário registrado no Conselho Regional de Medicina Veterinária do local de origem do animal. Para viagens nacionais, a Anac exige carteira de vacinação atualizada, além de tratamento com vermífugo.

Para viagem internacional, é obrigatório o Certificado Zoossanitário Internacional emitido por um médico veterinário do Ministério da Agricultura, que fica nos aeroportos internacionais. Caso o animal seja silvestre, é necessária a autorização emitida pelo Ibama. Em tempo: Sempre consulte as exigências do país de destino.

Cães-guia

No caso dos cães-guia, o transporte é feito com coleira ao lado do dono, na primeira fileira. É necessário informar a companhia aérea com antecedência e apresentar a documentação do animal e atestado médico do passageiro, comprovando a necessidade do cão junto ao dono.

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